
Tamara, Ângela e Fernanda: trio da 11ª Fenachim
O que mais se ouviu esta semana foram comentários sobre o novo trio de beldades da Fenachim 2010. Muitos positivos e outros nem tanto. Como curiosidade, entrei no site da Prefeitura para dar uma conferida no desempenho das candidatas desde o início das avaliações e também nas notas dos jurados, quesito a quesito. Não há o que contestar. Pela avaliação não é apenas a beleza, a simpatia, desenvoltura, falar bem ou garantir uma ótima nota nos testes para chegar entre as finalistas, mas sim o conjunto, a dedicação e a entrega das meninas do início ao fim. Parabéns ao trio Ângela Roberta, Tamara e Fernanda, que irá representar Venâncio Aires pelos próximos dois anos como símbolo de beleza e responsabilidade. Podem ter certeza que a conquista delas veio com méritos. Pela votação geral, a quarta colocada foi Bruna Konzen, candidata da Assoeva. Kátia Pilz, da Imprymex, ficou em quinto lugar.
Foto: Rafael Costa

Futebol é uma paixão
O futebol é mesmo impressionante, ainda mais para os torcedores da dupla Gre-Nal. Após o término da rodada do Campeonato Brasileiro, no último domingo, a euforia tomou conta dos gremistas, que viram seu time aplicar 3 a 0 no Corinthians de Ronaldo. Já os colorados perderam a liderança para o Galo Mineiro com a derrota por 3 a 2 para o Atlético, na Arena da Baixada.
Bastou uma rodada a mais e tudo se inverteu. O Grêmio perdeu para o Coritiba, de virada, e o Inter goleou o Flu por 4 a 2. A história da gangorra e as flautas mudaram de lado.
Da mesma forma é a nossa vida. Às vezes em alta, às vezes em baixa. E no Dia do Futebol, será dia de Gre-Nal, no Estádio Olímpico. Façam suas apostas para domingo!!
Sei que este ano foi difícil, chefe enchendo o saco, dias que a hora não passava, fora aqueles dias que nos sentimos tristes, pensativos e até doentes.
Mas também aconteceram várias coisas legais… nos divertimos, sonhamos, dançamos, bebemos, namoramos, enrolamos e fomos enrolados(as), uns até casaram e outros logo logo terão herdeiros. Mas espero que no final as coisas boas tenham superado as ruins.
Que neste Novo Ano tudo que não fizer bem pra gente seja jogado no lixo, que as pessoas que não queiram nosso bem fiquem longe da gente, que o dinheiro seja suficiente para bancar nossas despesas, que apesar da ceia e dos exageros do final do ano, continuemos com o corpo em forma. Que novas e boas amizades sejam feitas e que as velhas permaneçam e se fortifiquem.
Este texto foi enviado pela amiga Roberta Greiner e sofreu algumas modificações. Muito amor, paz, saúde e felicidade em 2009 a todos os amigos e familiares!!!
Durante a entrevista de sábado, Mano Menezes adiantou algumas negociações de atletas pelo Corinthians e confirmou outras. Além do zagueiro Jean (Grêmio), o volante Túlio e o atacante Jorge Henrique, ambos do Botafogo, Mano disse que o atacante Souza (ex-Flamengo/Goiás/Inter) estaria acertado por dois anos com o Timão. Outra aquisição sonhada pelo treinador era Nilmar, que inclusive pertenceu ao Corinthians em 2005. “Com ele na frente e com o Douglas servindo o ataque, o Corinthians teria um poder de fogo incrível. O Nilmar é muito rápido”.
E isso que Nilmar foi do Timão em 2005, inclusive com passe pertencendo ao próprio clube paulista.
Um início de dificuldades nas categorias de base do Guarani em 1992, a primeira oportunidade nos profissionais em 1997, Mano Menezes trabalhou duro, se dedicou aos estudos, ouviu profissionais e aos poucos foi conquistando espaço, adquirindo experiência em clubes como Brasil de Pelotas, Iraty, 15 de Novembro, Caxias, Grêmio e atualmente no clube de maior torcida e tradição do país. Até onde vai chegar o passobradense Luís Antônio Venker de Menezes?
Porém, a maior curiosidade, e que ele não deixa de lembrar e contar aos amigos, são as três demissões na carreira de treinador, e todas pelo mesmo clube. Em 1997, 1999 e 2003 Mano deixou o comando do Guarani de Venâncio Aires, clube que o projetou.
Tive a oportunidade de realizar uma entrevista com o técnico do Corinthians, sábado, dia 13, quando o profissional visitava a sua terra natal. Dia 26, Mano inicia a pré-temporada no Timão.
Como foi sua decisão de deixar o Grêmio estando na primeira divisão e pegar o Corinthians na Segundona?
É difícil na carreira repetir bons resultados. Existem bons técnicos e a paridade dos times é muito grande. É um desafio a cada temporada. Mas havia decidido encerrar minha passagem pelo Grêmio. Já eram três temporadas e uma boa condição para isso. Estávamos saindo de um vice da Libertadores e eu precisava vislumbrar uma seqüência fora do RS e nada melhor do que iniciar no maior centro do futebol brasileiro, que é SP, e entendia que as condições pra iniciar o trabalho no Corinthians eram as ideais, mesmo com as dificuldades de uma segunda divisão. A experiência vivida no Grêmio em 2005 mostrou que o momento de o técnico iniciar um trabalho, – e aprendi isso com o Felipão (campeão mundial pela seleção em 2002) -, é o nas dificuldades de um clube.
E essa paixão que existe na torcida do Corinthians. Como lidar?
O Corinthians é um trator em termos de mídia. O que a imprensa passa para o Brasil muitas vezes não é a realidade. Às vezes se tem a idéia de que se tem um protesto no Parque São Jorge, mas são 20 pessoas que ficam num cantinho, fazem um barulho danado. E o espaço do campo, do dia-a-dia é absolutamente normal. Mas lá você dorme ídolo e pode acordar um vilão.
Você estipulou uma meta na carreira de treinador?
É muito difícil trabalhar com projeção no futebol. Pois na mesma maneira que pode ser rápida, como é o meu caso nos últimos anos, também pode ser na direção contrária. Estamos acompanhando a recuperação de um profissional que nos últimos anos vinha tendo dificuldades no trabalho, que é o Tite, e depois passou por um momento delicado. E ele também teve uma carreira espantosa no início.
Temos que ter muita humildade para saber que depois de conquistar alguma coisa, o trabalho continua. Procurei me preparar bem para as oportunidades, tive sorte, bons professores e valores. Tive convivência com muita gente boa, e de referência, com muitas pessoas do lado, como em Passo do Sobrado, que nos passaram valores. Isso eu considero muito.
E as dificuldades enfrentadas no início da carreira?
É importante falar nisso, pois as pessoas não tem uma noção exata, que é onde inicia o trabalho da formação do profissional. Eu realmente ia nos fundos do Edmundo Feix, lá na casa da tia Maria, que era a lavadeira do clube, para pegar uma caixinha com camiseta e calção, nem chuteira nós tínhamos na categoria de base de 1992. Mais duas bolas para fazer chute a gol com 20 jogadores. A gente passa por sacrifício para passar por determinadas barreiras. Lembro que classificamos na primeira fase nos juniores e o nosso presidente pensou em não disputar a segunda fase pelas despesas. O Guarani sempre viveu essas dificuldades e para a nossa tristeza ainda vive hoje. Nós fomos fazer um treino-apronto contra o Grêmio de Danrley e cia limitada. Fizemos uma preparação de quatro contra quatro, no campo do Botafogo, com duas goleirinhas de taquara. Se o Grêmio visse a nossa preparação na véspera de jogo poderia pensar que aplicaria 8 a 0, mas perdemos só de 2 a 1, e quase que complicamos lá no Olímpico. Já no segundo turno nós ganhamos de 2 a 1 no Edmundo Feix. Então passamos por isso. Venâncio sempre teve muita qualidade nos jogadores e aproveitamos esse momento para iniciar um trabalho e felizmente teve continuidade.
Relembre um pouco da campanha de 1988, que culminou com a inauguração dos refletores do Edmundo Feix. No próximo dia 20 são comemorados 20 anos?
Tenho essas coisas muito claras. Lembro desse jogo da inauguração dos refletores no Edmundo Feix contra o Inter. Perdemos de 2 a 0, com gols de Edu e Aguirregaray. Em 1988 demos os primeiros passos do Guarani profissional. Venâncio Aires sempre teve bons jogadores, mas nunca teve uma organização. Foi quando o Artur (Ruschel) começou na preparação física e trabalhávamos à noite. Aprendemos isso muito cedo. O time de 88 foi se formando, se tornou muito forte em termos táticos. Dificilmente sofríamos um gol, pois decidimos as três fases nas penalidades máximas.
Com a saída do preparador físico do Corinthians, Flávio Trevisan, criou-se a expectativa da ida de Artur Ruschel para o Parque São Jorge. O que tem de verdade nisso?
Primeiro a minha consideração ao Artur é muito grande porque começamos em 1988 no amador e em 1997 no Guarani também foi com ele. Dentro de campo ele foi ficando experiente, mas deixou a parte de formação de lado. Sei que era impossível trabalhar e fazer a universidade. Porém para um profissional de uma equipe grande, não ter a formação era um empecilho. Já a situação de saída do Caixas para o Grêmio não foi possível em função disso. Cobrei dele bastante e agora acabou a formação. Isso vai proporcionar a ele aliar toda a experiência que ele teve dentro de campo. Ele teve duas vezes no Corinthians conosco fazendo uma atualização e certamente vai voltar para o mercado de ponta. Nós trocamos um preparador físico em função de dificuldades financeiras e eu não iria colocar o meu amigo na linha de frente. Isso criaria para ele uma responsabilidade muito grande. Então ele vai voltar para uma equipe intermediária, que deve ser o caminho e logo ali na frente nós vamos voltar a trabalhar juntos, porque gosto muito dele e acredito na capacidade dele acima de tudo. O preparador físico do Corinthians para 2009 é o Flávio Oliveira, do Grêmio.
E o Ronaldo, o que acrescenta na equipe do Corinthians?
Todo mundo sabe que a situação do Ronaldo é peculiar. Ele está quatro quilos acima do peso, mas sua trajetória nos passa a confiança que ele pode voltar a jogar em alto nível. Vai depender muito dele. Tive uma conversa muito clara com o Ronaldo e me pareceu um jogador interessado em fazer este retorno. Não sei se vai jogar a próxima Copa do Mundo, mas ele tem como objetivo jogar e isto significa muito para a nossa equipe.
Já recebestes convite para treinar a Seleção Brasileira?
O Luis Felipe Scolari quando saiu da seleção de Portugal ventilou o meu nome. Tivemos juntos num almoço quando estive em Lisboa, com integrantes da Confederação Portuguesa de Futebol. Quando se cita um nome, é porque pode lá na frente isso acontecer. Eu entendo que preciso avançar para ter uma credibilidade maior e estar à frente de um trabalho desta grandeza.
Em relação à seleção, nunca fui convidado, pois essas questões são muito pontuais. Em certos momentos tive sondagens para assumir o Grêmio e fiquei torcendo para não receber o convite, porque entendia que não era a hora. Tem situações em relação à seleção que penso da mesma maneira, porque o técnico precisa fazer um bom trabalho e ter conquistas importantes. A seleção exige muito mais do que um clube. E as conquistas trazem a credibilidade e as pessoas passam a entender e ter um pouco de respeito quando aparecerem as dificuldades.
Esta semana o Esporte Clube Guarani completou 79 anos – 3 de setembro de 1929 – e a data passou quase despercebida. O futuro do clube continua incerto em termos de apoio da comunidade, através de empresas e também de torcida, mas o presidente Júlio Battisti vai reunir nesta segunda-feira, no restaurante Genz, cerca de 150 pessoas para marcar a passagem do aniversário. Conselheiros, associados, apoiadores e imprensa participam.
A passos lentos o Índio segue em atividade e remando para se manter de portas abertas. Um clube querido e lembrado em todo o Estado pelas extraordinárias campanhas nas últimas duas décadas está maduro na idade, porém abandonado e deixado de lado pelos filhos e netos.
Para lembrar alguns feitos na era profissional, as estupendas campanhas nos Gauchões de 1991 e 1997; a conquista do Gaúcho em 2002 – depois de finalizar o primeiro turno na lanterna – e a campanha invicta na Seletiva da extinta Sul-Minas, também em 2002. Os dois jogos contra o América-RN pela Copa do Brasil também entram para a história, além de revelar um dos maiores treinadores da atualidade: Mano Menezes, atualmente no Corinthians, e diversos atletas de destaque no futebol brasileiro e até no exterior.
O pessoal do time que se auto-denomina “lobo” acha que o jogo contra o Guarani já está ganho. Bem típico do time mais arrogante do Estado. Se acham grande coisa. Mas sempre foi assim. Por favor, peço para que deêm uma lição nesses caras. De rubro-negro para rubro-negro.
De um torcedor do Brasil de Pelotas
Agora as atenções serão somente para o futebol. O Riograndense deu adeus nesta quinta-feira à Série B do Gauchão 2008. E de goleada. Por sete votos a zero, a equipe perdeu o recurso junto ao Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) da Federação Gaúcha de Futebol (FGF) e teve confirmada a perda de seis pontos na competição.
O clube perdeu a pontuação por ter escalado irregularmente o jogador André Tereza depois de ter recebido três cartões amarelos. Com o resultado do julgamento, o Riograndense permanece com 17 pontos no Grupo 6 e, portanto, fora do octogonal decisivo da competição.
A defesa do Riograndense se baseou na desatualização do site da Federação ao informar os cartões amarelos. Os advogados do clube tentaram incluir novas provas para fortalecer o argumento de que o erro na contagem dos cartões começou dentro da própria FGF.
O time de Santa Maria pode ainda tentar entrar com pedido de efeito suspensivo junto ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para tentar, mais uma vez, recuperar os seis pontos. A medida adiaria o início da fase final da Série B, prevista para este fim de semana, caso o STJD acate o pedido.
O Guarani precisa somar pelo menos um ponto, em Rio Grande, contra o São Paulo para chegar vivo à última rodada diante do Pelotas, no Edmundo Feix. A penúltima rodada está marcada para esta quarta-feira e São Paulo x Guarani acontece às 20h30min, no Estádio Aldo Dapuzzo.
A última rodada será no sábado, com todos os jogos às 15h, devido ao jogo da seleção brasileira pela Eliminatórias da Copa do Mundo.
Alan Delon marcou de cabeça no primeiro tempo
Uma equipe que sofreu três gols numa partida e ainda por cima perdeu, não pode ter um jogador de defesa como destaque. O clássico de domingo foi exceção. Alan Delon substituiu Felipe e ao lado de Cirilo teve uma atuação brilhante. Não só pelo gol marcado no primeiro tempo, mas pela colocação e marcação perfeita sobre os atacantes do Periquito. Tanto que os gols do Avenida não tiveram participação efetiva do zagueiro. Contestado pelo número excessivo de cartões amarelos atuando pela lateral-esquerda, Alan Delon passa a ser opção na zaga. Duas boas atuações e nenhum cartão.